CARNAVAL NA JUSTIÇA EM BELO HORIZONTE - CARNA BH

sexta-feira, 22 de julho de 2022

CARNAVAL NA JUSTIÇA EM BELO HORIZONTE

Escola de Samba  Imperatriz de Venda Nova 

entra na justiça  contra edital  da PBH.

Arquivo da GRES- Imperatriz de venda Nova

Em nota dirigida ao blog de carnaval CarnaBH  a diretoria da Escola de Samba  Imperatriz de Venda Nova vem a público esclarecer  seu descontento com a Belotur, empresa responsável pela organização e execução  da festa de carnaval na capital mineira Belo Horizonte.  

O presidente da agremiação  Wenderson Fernandes (Buda) entra com  um pedindo a suspensão do edital da prefeitura de Belo Horizonte que libera quase 4 milhões de reais em auxílio emergencial aos blocos de rua, escolas de samba e blocos caricatos 

A revolta é em relação ao chamamento público que beneficia blocos carnavalescos de rua, caricatos e escolas de samba. Segundo a Agremiação está havendo privilégios  aos blocos caricatos e às agremiações de quadrilhas. A diretoria da escola de samba  ressalta que  as agremiações carnavalescas de escolas de samba não tem recebido da mesma atenção  e que sem desprivilegiar aos outras instituições culturais, as escolas de samba possuem um acervo gigantesco a ser mantido e preservado além de ter que bancar com maior infraestrutura para continuar a existir

Arquivo da GRES- Imperatriz de venda Nova

O  presidente da Imperatriz de venda Nova  Wenderson Fernandes Romeiro (Buda), complementa dizendo que  a prefeitura beneficiária blocos caricatos, aos grupos de quadrilhas e estaria prejudicando as escolas de samba que  não teve a chance na flexibilização de prazos para  entrega de documentação em resposta ao chamamento. 

"...Todos os blocos da cidade  tiveram indeferimentos por autenticidade na documentação ...estavam com pendencias na documentação e de repente a prefeitura de Belo Horizonte no caso Belotur , ... republica o edital e aparece todos os blocos agora habilitados, então eles tiveram uma segunda chance para poder corrigir essa questão".  No caso das escolas de samba só houve um chamamento público e agente não teve uma segunda chance  para poder corrigir essa questão do documento que estaria sem autenticidade no caso das escolas de samba. ...Solicitamos a prefeitura a republicação do chamamento e a gente entraria de novo com a documentação. ... enquanto a prefeitura seguiria endurecendo as regras apenas contra as escolas de samba, ...esse mesmo documento de autenticidade  no arraial de Belô não foi exigido, ... é realmente um tratamento diferente não pode ter privilégio para ninguém, é um dinheiro publico e que é para cultura os editais tem que ser a mesma coisa." Em nota a radio Itatiaia. 



Segundo o presidente Enderson Fernandes em reunião com a responsável pelo evento de carnaval, a Belotur, em  resposta foi de que não teriam tempo ábil para realizar novo chamamento para ajudar as escolas de samba e que poderia a escola  fazer, seria entrar com uma ação na justiça. 

Nota da Belotur

Em resposta  a Belotur ressaltou que a documentação exigida segue o mesmo padrão de todos instrumentos aplicados para o fim de editais de mesma natureza, e que as agremiações de escolas de Samba se diferem das outras agremiações carnavalescas. A Belotur disse ainda que apenas uma escola de samba não realizou  entrega do documento  e foi indeferida de acordo com o edital e que os outros indeferimentos foram devido pendencias de prestações de contas junto ao órgão Belotur  e ou pendencias no restante da documentação exigida no edital e com isto não atingiram a pontuação mínima para classificação. 


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