Tarsila do Amaral é enredo de Escola de Samba na UFMG, por Marina Amaro. - CARNA BH

quinta-feira, 30 de janeiro de 2020

Tarsila do Amaral é enredo de Escola de Samba na UFMG, por Marina Amaro.

A LINGUAGEM CARNAVALESCA E
A ARQUITETURA CENOGRÁFICA DO CARNAVAL
Professor convidado, Arquiteto / carnavalesco  Léo de Jesus, aluna formanda Marina Amaro, professor Cristiano Cesarino e professora Tereza Bruzzi de Carvalho.
TCC - Trabalho de Conclusão de Curso da Escola de Arquitetura da Universidade Federal
de Minas Gerais em abril de 2019 da aluna MARINA AMARO GONÇALVES COSTA, agora arquiteta formada teve a artista Tarsila do Amaral como base da pesquisa e projeto de desfile com tudo que tem de direito para a escola de samba realizar um belo desfile de carnaval.
Marina Amaro se revelou como uma arquiteta preparada par assumir um papel de carnavalesca no cenário do carnaval.

 Aluna foi orientada pelo Professor Cristiano Cesarino Rodrigues. Marina  teve muito trabalho  com a temática escolhida, mas desenvolveu uma pesquisa interessante e empolgante em seu trabalho final de curso.

Professor convidado, Arquiteto / carnavalesco  Léo de Jesus e aluna formanda Marina Amaro.
Em resumo o trabalho da Aluna Marina tem como objetivo o estudo da linguagem do Carnaval em relação à arquitetura cenográfica para servir como referencial teórico ao projeto cenográfico
com enredo sobre Tarsila do Amaral, a Semana de Arte Moderna de 1922 e a
valorização da arte nacional no Brasil. Serviram como material de referência desfiles
da Liga Independente das Escola de Samba do Rio de Janeiro, analisados a partir de
videos, registros fotográficos e relatos escritos.

Organizar um desfile de escola de samba foi  sua missão.
Desenvolver o enredo, as fantasias, carros alegóricos e outras alegorias  e discutir o fio condutor do espetáculo da avenida foi sua tarefa também.
Marina se emprenhou na pesquisa de campo  visitando  a escola de samba Gaviões da Fiel em São Paulo e Acadêmicos de Venda Nova  hexacampeão de 2019 do carnaval de Belo Horizonte.
A tarefa não foi fácil com uma história  muito abrangente da vida, arte e amores de Tarcila do Amaral, realizar uma escolha  em sua trajetória para enredar  ou alinhavar toda sua experiencia de vida deu trabalho a Marina. Mas seu fio condutor  proporcionou  a criatividade nas alegorias e fantasias misturando amor , ódio e paixão, arquitetura, arte e vida de Tarsila ( conheça  a artista no link Tarsila_do_Amaral.)
Professor convidado, Arquiteto / carnavalesco  Léo de Jesus e aluna formanda Marina Amaro.

Um trabalho belíssimo de vê construindo.
Aluna orientada pelo professor Cristiano Cesarino  e teve como professor convidado o vice presidente da  Acadêmicos de Venda Nova o  arquiteto urbanista e carnavalesco Leonardo de Jesus da Silva (Leo de Jesus) que coorientou a aluna desde a sua primeira banca de apresentação, avaliando desenvolvimentos de pesquisa e construção do enredo na temática, o tema, a coerência, a plasticidade, materialidade, e principalmente a representatividade  e propostas  das alegorias cênicas no carnaval.

Os carros alegóricos desenvolvidos por Marina são invejáveis de riqueza e leveza nos detalhes e plasticidades alcançadas pela pesquisa. Coloridos e impactantes  as alegorias  trouxeram a vida e arte da maior artista brasileira que representou  nossa cultura de forma impar e imortalizou com sua obra Abapuru , a obra de arte mais valiosa da arte pictografia nacional e que hoje se encontra exposta fora do Brasil na Argentina.

Curiosidades.
Pintura do Abaporu
ABAPORU, 1928, óleo sobre tela, 85x73 cm, (P101), Museo de Arte Latino americano de Buenos Aires.  
Esta é a pintura a óleo da artista brasileira Tarsila do Amaral. É uma das principais obras do período antropofágico do movimento modernista no Brasil. É a tela brasileira mais valorizada no mercado mundial das artes, com valor estimado de US$ 40 milhões, sendo comprada pelo colecionador argentino Eduardo Costantini por US$ 2,5 milhões, em 1995, em um leilão realizado na Christies. Criador do Museu de arte latino-americana de Buenos Aires, Costantini doou sua coleção para o museu, incluindo a Abaporu. Anteriormente a obra pertencia ao empresário brasileiro Raul Forbes, numa aquisição ocorrida em 1985.

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