CARNA BH

sábado, 17 de abril de 2021

POR 42 ANOS O GALO CANTA NA ALVORADA DE BH, PARABÉNS.

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POR 42 ANOS O GALO CANTA NA ALVORADA DE BH, PARABÉNS.

 

Todo dia 17 de abril, o Galo Canta na Alvorada de Belo Horizonte  a 42 anos

Arquivo 2020 da agremiação: casal de mestre sala e porta Bandeira Jefferson e Isabela


Fundada em  1979, colorida de verde e branco e  tem como símbolo o Galo, animal que anuncia o alvorecer, por isto a escolha do nome  "Canto da Alvorada". 


"A agremiação  surgiu a partir da idéia de um grupo de carnavalescos de Belo Horizonte de criar uma escola de samba aos moldes das escolas cariocas." Diretora  Maria Elisa. 



Com desfiles  criativos  e fabulosos a escola de samba  apresentou  nesta jornada  de vida  espetáculos que  por   diversas vezes o título de campeã nos carnavais da cidade nos anos de: 1980, 1981, 1982, 1985, 1987, 1988, 1990, 2004, 2005, 2006, 2007, 2011, 2012, 2013, 2016, 2018 e 2020.  Neste percurso a escola de samba  formou uma legião de fãs e respeito  de foliões,  admiradores  e das agremiações carnavalescas  da cidade.

Arquivo face book da agremiação :https://www.facebook.com/GRES.CANTODAALVORADA

 Parabéns aos foliões, saudações  a diretoria e presidência da agremiação por manter viva a  história do Samba. Felicidades pela  data memorável para o Grêmio. Vida Longa a Canto da Alvorada.


PARABÉNS, 60 ANOS GRES-CIDADE JARDIM

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PARABÉNS, 60 ANOS  GRES-CIDADE JARDIM

 

Em 13 de abril o Grêmio Recreativo Escola de Samba Cidade Jardim  completou 60 anos de brava  resistência e resiliência. 

 Fundada em 1961 por integrantes dissidente  de ala da escola de Samba  União Serrana, que teria sua sede no Morro da Serra. 

A Escola de Samba Cidade Jardim tem sua sede na comunidade do Conjunto Santa Maria  e é a mais antiga agremiação de samba atuante nos  desfiles de carnaval de Belo Horizonte. 

Em seu portfólio colecionou 11 títulos consecutivos entre os anos 1963 e 1974, este feito foi um recorde nacional na história das escolas do Brasil. Hoje a agremiação é dirigida  pelo Presidente Alexandre Costa.

Foto: Acervo APMBH


domingo, 11 de abril de 2021

11 DE ABRIL, DIA DA ESCOLA DE SAMBA.

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11 DE ABRIL, DIA DA ESCOLA DE SAMBA.

É O  DIA  DAS MAGESTOSAS  ESCOLAS  DE  SAMBA
PRODUTORAS DOS MAIORES ESPETÁCULOS DE ARTE E CULTURA PÚBLICOS  A CÉU ABERTO DO MUNDO  

Carro - Gres Canto Da Alvorada desfile campeão de 2019

Para quem é curioso  e sempre pergunta: Como surgiu a escola de samba? 

Bom ai vai mais um trecho da história do Brasil. 

Segundo alguns pesquisadores e carnavalescos declaram que   que a origem das escolas de samba  surgem da incorporação de elementos dos zé pereiras”, ranchos carnavalescos, de associações carnavalescas e também  com a influência de procissões religiosas e  corso carnavalesco que existiram na cidade do Rio de Janeiro no final do século XIX.  Estes movimentos culturais sociais formaram  o modelo das agremiações que vieram surgir. A primeira formação de escola de samba se deu no século XX na década de 20 e  foi a  "Deixa Falar",  e por esta formação  ter sido constituída e existia do lado de uma escola normal de educação regular no Rio de Janeiro, adotou para si o termo Escola, e como o ritmo era o samba  ficou  Escola de Samba.

Arquivo- desfile do Gres- Bem Ti Vi 

Em Belo Horizonte as escolas de samba surgiram em meio ao século XX na década de 30 nos morros e bairros da periferia da então nova capital mineira na década de 30, sendo a primeira escola de samba a se formar foi a "Pedreira Unida em 1937", formada por Mário Januário(Popó) e José Dionísio ( chuchu) na Pedreira Prado Lopes e logo em seguida no bairro Barroca surgiu a "Escola de Samba Primeira", que fazia uma paródia para dizer que ela era a primeira escola de samba da cidade.

Arquivo GRES-Acadêmicos de Venda Nova desfile vice campeão 2019  

Sendo inspiradas nas agremiações de sambas Carioca outras grandes agremiações surgiram em BH fizeram e faz garantir a cultura e história do samba dos desfiles de carnaval em Belo Horizonte.

Assim como a escolas de samba no Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador, Manaus e  Belo Horizonte sempre foram as grandes fomentadores de artistas sambistas que fizeram história no samba e foram para o mundo inteiro a trabalho e em BH elas também sempre se fizeram presentes nesta formação.

Abre Alas do GRES- Imperatriz de Venda Nova 


Conheça aqui os nomes dessas agremiações carnavalescas: 

Grêmio  Recreativo Escola de Samba(GRES):  Predreira Unida, Escola Primeira, Surpresa, Unidos da Floresta, Remodelação, Unidos do Prado, Monte Castelo, Nova esperança,  Unidos dos Guaranis, Galoucura, Mocidade de Venda Nova, Unidos do Onça, Unidos do Arco Iris, Cidade Jardim, Canto da Alvorada, Bem Ti Vi, Imperatriz de Venda Nova, Imperavi de Ouros, Acadêmicos de Venda Nova, Força Real, Estrela do Vale e Raio de Sol, ( podem ainda existirem mais agremiações ainda não declaradas).

Surgidas em 2020 BH ganhará mais duas novas escolas de samba, sendo: GRES-Ouro Negro e GRES-Inocentes do Santa Tereza. Estas agremiações Farão seus primeiros desfiles no próximo carnaval pós pandemia.


sábado, 3 de abril de 2021

COVID19 TRAZ + LUTO NO SAMBA DE BELO HORIZONTE, WALTINHO SETE CORDAS

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COVID19 TRAZ  + LUTO NO SAMBA  DE BELO HORIZONTE,  WALTINHO SETE CORDAS


WALTINHO SETE CORDAS Instrumentista, nos deixa aos 86 anos 

vítima da COVID19

https://www.facebook.com/alvimarnp
Nos deixou dia 02 de abril de 2021 o sambista Walter Gonçalves Ferreira, o Waltinho Sete Cordas, como era conhecido pelo amigos no meio artístico. O ultimo adeus ao artista aconteceu em seu velório  às 09 :00  no Cemitério do Bom Fim em BH.
Cena do Documentário Roda, com a velha guarda de BH. Direção de Carla Maia e Raquel Junqueira e pesquisa e produção do Marcos Maia.

O samba de BH perde 
um dos seus maiores representantes. Nascido em Belo Horizonte, completou seus 86 anos no último dia 7 de março. Com um  histórico de saúde de complicações cardíacas, Sendo do grupo de risco o músico contraiu o coronavírus (covid19) e já hospitalizado e em tratamento o artísta sofreu uma  parada cardíaca  e veio a óbito. 


Waltinho era amigo e tio do cantor, compositor e cavaquinhista Fernando Bento. O maior legado para o samba de Belo Horizonte e Minas Gerais pelo Waltinho foi  a sua presença marcante na construção da estilo samba choro em Belo Horizonte. 

O grande instrumentista foi pioneiro no uso do instrumento pelo qual tinha paixão e na roda de samba ele era único no gênero, dominava como ninguém sua viola.   

Arquivo do violonista Cabral de BH- Cabral, Bilū e   Waltinho 7 cordas

"Waltinho amigo eterno, que estará sempre presente no meu coração,  ser humano ímpar amigo irmão." Cabral de BH.

"Ai que triste, ele era aqui do Bairro São Geraldo, e quando eu  estava na coordenação da EJA  a Noite, tínhamos muitos alunos assim mais velhos que curtiam a moda de viola, choro, e em dias comemorativos eu gostava de provocar as serenatas para os alunos e eu convidava ele para vir tocar pra gente,  ele sempre vinha com muita boa vontade. Ele tocava músicas mais antigas de todos os gêneros musicais. Nossa que saudades, vai fazer muita falta, vai em paz". Professora Wilma Sueli.

 

Os amigos e artistas da cidade fizeram varias homenagens nas redes sociais ao eterno sambista brasileiro.


"Perda inestimável 😔😔😔 Aliás, todos os dias temos perdido representantes do nosso samba de BH, de Minas e Brasil. Realmente sinto bastante a perda do Valtinho 7 cordas, pessoa que admiro muito, e tive oportunidade de participar em rodas de samba com ele. Grande Mestre 🙏🏾🙏🏾🙏🏾" .Carlitos Brasil (blocos de rua  SBC - Samba Bobagem e Cerveja  e  Bloco do Bigode)

Arquivo Doris - Waltinho e Doris Santos

"Descanse em Paz Sr.Waltinho, obrigada por todos os ensinamentos 😢🍂🍀" Doris Santos, Cantora e compositora. 

Arquivo pessoal Genildo Caja presidente Gres- Raio de Sol
Waltinho, Fernando Bento, Raimundo do Pandeiro, Genildo Caja e Sergio Danilo 
Arquivo pessoal Genildo Caja presidente Gres- Raio de Sol
                                                   Waltinho, Fernando Bento e Sergio Danilo 

Rudney e Waltinho 

"Que os anjos da música recebam nosso Mestre Waltinho 07 cordas  no Reino da Glória  !!! Foi uma honra estar a seu lado meu querido  !!!" Rudiney, cavacnhista.





domingo, 28 de março de 2021

BH ganha nova Escola de Samba em 2020 "GRES-Triunfo Barroco".

13:24 0
 BH ganha nova Escola de Samba em 2020 "GRES-Triunfo Barroco".

 

GRÊMIO RECREATIVO ESCOLA DE SAMBA TRIUNFO BARROCO

fundada em 12/11/2020

Pavilhão GRES- Triunfo Barroco fundada em 12/11/2020

Com uma onda crescente e positiva do carnaval turístico internacional de Belo Horizonte ocorrido nos últimos anos antes a pandemia do covid 19, leva o surgimento de mais uma escola de samba que  foi anunciado pela sua diretoria em 12 de novembro de 2020 quando também a diretoria registrou o Grêmio.  
A promessa de futuros carnavais ainda maiores para a cidade  de Belo Horizonte as emoções  animam o setor carnavalesco  e ampliam os horizontes das agremiações  que trabalham com arte, cultura e patrimônio, o que levam aquecer vários setores econômicos da capital nos preparativos para festa e na festa de carnaval. Contudo a escola surge numa união de pensamentos e profissionais  que sempre marcaram a história  do  carnaval belo-horizontino, com o mais novo compromisso  esta turma da pesada promete trazer e fazer um carnaval  diferente  e bonito.

foto: Presidente Alvimar Neri -  https://www.facebook.com/alvimarnp

Alvimar Neri é um dos fundadores da escola de samba  e assume a 1ª presidência do Grêmio.
Em 12 de fevereiro de 2021 o novo Grêmio anuncia suas aspirações  para o seu surgimento e realizações que virão pela frente em um manifesto público que exprime bem o seu objetivo e convida a todos e todes a conhecer e a participar da escola.  

"  Manifesto Público"

GRES -Triunfo Mineiro

É com muita honra e alegria que anunciamos a criação do "Grêmio Recreativo Escola de Samba Triunfo Barroco", que nasce da efervescência, inquietação e da busca de uma criação artística e cultural dentro do universo do carnaval da cidade de Belo Horizonte. Toda história é, de alguma forma, guiada pelas curvas da estética, pelos altos e baixos, pelas dobras e desdobras do destino.

O sonho faz-se presente na vida da gente e os sonhos delirantes nunca envelhecem no brilho do olhar destes eternos apaixonados pelo carnaval.

Com este sentimento, fundamos esta agremiação carnavalesca homenageando em seu nome um dos maiores, senão o maior até hoje, ciclos de criação artística em Minas Gerais que foi o Barroco Mineiro.

Oh! Carnaval, festa sagrada.

Evento que injeta o riso e a fantasia na realidade comum.

Oh! Brasil, minha Terra querida e sofrida!

Um país nada mais é que seu próprio povo.

E no teu ventre de mãe amada, o povo, tua gente hospedeira, dança o samba colorido ao ritmo do afamado batuque.

Oh! Brasil, pátria do Carnaval!

Que sejas um reino de amor, viveiro da cultura e da magia!

Nossa missão é ser sinônimo de bom gosto, de sedução, de conexão de pessoas, de inclusão, de diversidade e preservação das tradições ancestrais da cultura do Brasil. O único contágio possível é a alegria. Que o sol dourado contemple a vida e a esperança de um novo amanhecer.

A Triunfo Barroco, quer com a sabença popular nos despertar para o belo, campear a história da sua mineiridade, botando sentido no sol espreguiçando em riba da serra. Minas são várias com seus encantos; Mineiro que é mineiro, gosta da sua origem, da comidinha saborosa das suas lendas e das suas festanças. Mineiro no seu silêncio, é acolhedor e cheio de fartura de carinho e amor.

         Belo Horizonte terá a presença no próximo desfile carnavalesco o Grêmio Recreativo Escola de Samba Triunfo Barroco.

A nossa Escola de Samba é impulsionada pelo desejo de somar nossos esforços criativos às iniciativas de nossas co-irmãs que, a despeito de todas as dificuldades, vêm mantendo a tradição carnavalesca Belo-Horizontina, iniciada pelo G.R.E.S. Inconfidência Mineira e seguida por tantas outras como a Cidade Jardim, a Canto da Alvorada, a Bem-te-vi, a Acadêmicos de Venda Nova, a Unidos dos Guaranis e a Raio de Sol.

Este é o objetivo maior e prioritário da Triunfo Barroco, inscrevendo-se na trajetória carnavalesca de Belo Horizonte, disposta a trazer para os desfiles oficiais inovações estéticas, temas relevantes e, sobretudo, momentos de alegria coletiva para os espectadores dos trajetos teatralizados e musicais das Escolas de Samba no Reinado de Momo."




Faça contato com a escola de samba e participe dos desfiles de  carnaval de avenida, há sempre uma escola perto de você.


contatos: triunfobarroco@gmail.com

fone/watts: 31 98808-0407

Instagram:  https://www.instagram.com/triunfobarrocooficial/

#vempratriunfo #carnavaldebh #escolasdesambabh #bhsurpreendente

Salve Triunfo Barroco!!!

"A pandemia do COVID-19 pode nos causar dor com tantas perdas de vidas  amadas do samba, mas nunca levará a nossa força, nossa persistência e na esperança de dias melhores de samba e carnaval" (Léo de Jesus)

terça-feira, 23 de março de 2021

Live, 05 de abril: "O Samba de Belo Horizonte: memória, história e patrimônio cultural".

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Live, 05 de abril:  "O Samba de Belo Horizonte: memória, história e patrimônio cultural".

 Live “O Samba de Belo Horizonte: memória, história e patrimônio cultural”, com participação do escritor e historiador Luiz Antônio Simas

No dia 05 de abril de 2021, às 19:30, o Coletivo de Sambistas Mestre Conga realizará sua primeira ação direcionada ao público em geral: a live “O Samba de Belo Horizonte: memória, história e patrimônio Cultura Imaterial com a participação do escritor e historiador Luiz Antônio Simas
A live será realizada e exibida pela plataforma do Emergência Cultural no Youtube.https://www.youtube.com/channel/UCUmQS9V8YwXpvQyuX797MWw



LUIZ ANTÔNIO SIMAS - CONVIDADO ESPECIAL

 (Rio de Janeiro2 de novembro de 1967estuda a cultura de rua do Brasil. Carnaval, botequim, futebol, terreiros, rodas de samba. É um escritor, professor e historiadorcompositor brasileiro e babalaô no culto de Ifá. Ganhado do premio Jabuti, 2016, junto com Nei Lopes, como o livro Dicionário da História Social do Samba. Professor de História no ensino médio, é mestre em História Social pela Universidade Federal do Rio de JaneiroSimas já trabalhou como consultor de acervo da área de Música de Carnaval do Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro, e como jurado do Estandarte de Ouro, maior premiação do Carnaval carioca. Foi também colunista do jornal O Dia, e desenvolveu o projeto "Ágoras Cariocas", de aulas ao ar livre sobre a história do Rio de Janeiro. Em seus livros, procura resgatar a memória oral da cidade, especialmente da população marginalizadaSimas é também compositor, tuiteiro, podcaster e pensador que influencia a cultura popular contemporânea. Esteve presente no último disco de Marcelo D2, no documentário Fevereiros, sobre Maria Bethânia, nos novos trabalhos das cantoras Fabiana Cozza e Jéssica Ellen, entre tantas outras.  

A live 

O objetivo da live é refletir com setores da sociedade sobre a viabilização do samba produzido  na capital mineira e estado como patrimônio cultural reconhecido pelo poder público e pela sociedade.

Assim, contará com a participação de autoridades da Prefeitura de Belo Horizonte: Secretário Municipal Adjunto da Secretaria de Cultura de BH, Gabriel Portella, da Diretora de Patrimônio Cultural e Arquivo Público, Françoise Jean de Oliveira.

Também terá a participação de acadêmicos como Bruno Viveiros de Castro – Professor Estácio-BH / Projeto República da UFMG e  José Newton, historiador e professor da UFMG que foi responsável pelo Dossiê Interpretativo do Registro do Queijo Artesanal de Minas Gerais como Patrimônio da Cultura Imaterial do Brasil,  pelo IEPHA.

Arte Homenagem : Arquivo CarnaBH

Sambistas e pesquisadoras/pesquisadores que compõem o Coletivo de Sambistas também participarão: Donelisa, cantora e compositora da VG(Velha Guarda) de Belo Horizonte, ganhadora do prêmio Mestres da Cultura Popular 2020,  pela Secretaria Municipal de Cultura de BH; Léo de Jesus, arquiteto, urbanista, carnavalesco, mestre sala e vice-presidente da Escola de Samba Acadêmicos de Venda Nova de Belo Horizonte; Marcos Maia, historiador, produtor cultural, curador de exposições e mostras de cinema sobre samba e carnaval; Mário César, sambista, favelado, diretor da Escola de Samba Unidos Guaranis e historiador; Nonato do Samba, cantor, compositor e ganhador do prêmio Mestres da Cultura Popular 2020  pela Secretaria Municipal de Cultura de BH; Zu Moreira,  jornalista e idealizador do projeto Almanaque do Samba; a mediação será de Marcos Maia e a apresentação de Rosane Pires Viana, professora, produtora e idealizadora do grupo de mulheres sambistas: Samba Roda de Saia.

O Coletivo  possui uma coordenação que se reúne semanalmente (quartas-feiras) via plataforma google meet e conta com um  grupo de whatsapp, sendo formado por nomes expressivos do samba da capital mineira, como: Eliete Ná, Fabinho do Terreiro, Barrão, Bira Favela, Cacá do Bar do Cacá, Mandruvá, Nonato do Samba, Leo de Jesus, Carlitos Brasil, Dóris do Samba,, Rosane Pires Viana, Geraldo Magnata, Zu Moreira, Barrão, Tarcizo da VG(Velha Guarda), Geraldo Magnata, Fernando Bento, Jussara Preta, Rudney do Cavaco, dentre vários outros artistas e estudiosos do samba.

logo: criação coletiva 

A live "O Samba de Belo Horizonte: memória, história e patrimônio cultural", será uma oportunidade de dialogar com poder público, universidades, artistas e instituições de samba  e intelectuais de renome nacional como Luiz Antônio Simas. A ideia é utilizar esse momento de distanciamento social provocado pela COVID 19, para refletir e viabilizar ações que valorizem os artistas sambistas e áreas afins, reunindo e discutindo  as realidades e  a importância de reconhecimentos pela história de um legado existente  pouco retratado e  documentado em Belo Horizonte. O primeiro passo é o reconhecimento do Samba de Belo Horizonte como Patrimônio Cultural Imaterial.

A live conta com o apoio da  Midia Ninja, Emergência Cultural, LD Vídeo Produtora.

Entra no link  e confira as artes do evento -  https://www.facebook.com/media/set/?vanity=carnabhmg&set=a.1085233725307014

CONFIRA A LISTA DE CONVIDADOS QUE ESTARÃO  NA MESA:

Imagem cedida ao coletivo: arquivo pessoal do convidado


BRUNO VIVEIROS DE CASTRO

Professor do Centro Universitário Estácio de Belo Horizonte. Doutor em História pela Universidade Federal de Minas Gerais. Autor dos livros “Venda Nova” (Conceito Editorial, 2021) e “Som Imaginário: a reinvenção da cidade nas canções do Clube da Esquina” (Editora UFMG, 2009). Pesquisador do Projeto República: núcleo de pesquisa, documentação e memória/UFMG e do Centro de Memória do Rádio do Departamento de Comunicação/UFMG. Curador das exposições Canção Amiga - Clube da Esquina (2017) e Da Janela Lateral (2017) pelo Centro de Referência da Música de Minas da Escola de Música/UFMG. Produtor e apresentador do programa Decantando a República da Rádio UFMG Educativa 104,5 FM.

Imagem cedida ao coletivo: arquivo pessoal da convidada

DONELISA (ANA ELISA DE SOUZA)

Donelisa é compositora e intérprete da Velha Guarda de Belo Horizonte, ganhadora do prêmio Mestres da Cultura Popular 2020,  pela Secretaria Municipal de Cultura de BH. Participou como uma das principais personagens do documentário "Roda" (sobre a velha guarda de BH). Foi compositora e intérprete de escolas de samba de Belo Horizonte, como a escola de samba Cidade Jardim. Donellisa lançou seu primeiro CD em 2017 chamado Diploma da Vida e tem centenas de sambas que pretende gravar. É referência do samba de Belo Horizonte e Minas Gerais.


Imagem cedida ao coletivo: arquivo pessoal da convidada

FRANÇOISE JEAN

Diretora de Patrimônio e Arquivo Público de Belo Horizonte. Doutora em história pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Foi diretora de proteção e memória do IEPHA.

Imagem cedida ao coletivo: arquivo pessoal do convidado

 GABRIEL  PORTELA 
Secretário Municipal Adjunto de Cultura  de Belo Horizonte. Foi assessor especial na Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo. Foi coordenador em  SPC- CINE.

Imagem cedida ao coletivo: arquivo pessoal do convidado


JOSÉ NEWTON 
MENESES 

Professor do Departamento de História da Universidade Federal de Minas Gerais e orientador pleno no Programa de Pós-Graduação em História/FAFICH/UFMG. Coordenou este Programa de Pós Graduação e foi Chefe do Departamento. É diretor do Centro de Estudos Mineiros da FAFICH/UFMG e Investigador no Brasil da Rede DIAITA-Patrimônio Alimentar na Lusofonia. Foi responsável pelo Dossiê Interpretativo do Registro do Queijo Artesanal de Minas Gerais como Patrimônio da Cultura Imaterial do Brasil, pelo IPHAN. É Diretor do Polo UFMG da Cátedra da UNESCO/Universidade de Évora - Patrimônio Imaterial.


Imagem cedida ao coletivo: arquivo pessoal do convidado

LÉO  DE JESUS

Natural de Brumadinho/MG.  Arquiteto Urbanista e Carnavalesco. Vice-presidente do GRES-Acadêmicos de Venda Nova  de BH. Rei Momo do Carnaval de Belo Horizonte 2013. Coreógrafo afro da Associação Cultural Odum Orixás. Cenógrafo Alegórico. Mestre Sala. Criador e Coordenador do Bloco Afrodum. Criador do Canal e blog CarnaBH. Compõe o Júri do Arraial de BH. Premiado pela UNICEF - Documentário "Mulher, Negra, Mulher". Projetos relevantes : Sambódromo/Quadrilódromo de BH "Ataulfo Alves"- Espaço Multi Funcional e dedicado às Culturas Populares e Tradicionais Urbanas; Projeto básico - Barracão de agremiação de Samba; O Centro de Tradições Étnicas e Cidade do Circo (Estação Gameleira-BH).

Imagem cedida ao coletivo: arquivo pessoal do convidado

MARCOS MAIA

Historiador formado pela UFMG. Pesquisador e produtor do documentário “RODA” com a Velha Guarda de BH (2011); co-criador do projeto “Associação Velha Guarda da Faculdade do Samba”; curador da exposição "Narrativas do Samba e do Carnaval de Belo Horizonte" (2013, Museu Histórico Abílio Barreto); curador das seguintes mostras no MIS - BH: “Imagens e Sons do Carnaval de Belo Horizonte, 2017; "Mostra Carnaval e Cinema", 2018; "3a Mostra de Cinema, Samba e Carnaval", 2019; comentarista da rádio Itatiaia nos desfiles de Escolas de Samba do Carnaval e Blocos Caricatos nos carnavais de 2019 e 2020. 

Imagem cedida ao coletivo: arquivo pessoal do convidado

MÁRIO CÉSAR

Professor de história, Compositor que se formou no berço do samba de Belo Horizonte, a favela Pedreira Prado Lopes, onde nasceu a primeira escola de samba de BH, a Escola de Samba Pedreira Unida, em 1937. Herdeiro direto dessa tradição, Mário César é compositor, fundador da velha guarda da Escola de Samba Unidos Guarani, escola de samba da Pedreira Prado Lopes, sendo presidente dessa escola de samba por vinte anos. Mário é Pós graduado em "História da Cultura Afro-Brasileira", passista, mestre sala e enredista.  Também é integrante do  GRES-Império Serrano( Rio) deste 1996.

Imagem cedida ao coletivo: arquivo pessoal do convidado


NONATO DO SAMBA

Participou 1978, da escola de samba Unidos de Monte Castelo, escola dirigida pela saudosa compositora e sambista Lourdes Maria. Na década de 1980, no auge dos desfiles de escolas de samba em Belo Horizonte, fez parte dos grupos Raízes do Samba e depois A cor do Samba. Foi campeão em 2020 como melhor intérprete de samba-enredo do concurso de escolas de samba do Carnaval de Belo Horizonte como intérprete da Escola de Samba Canto da Alvorada – escola também campeã do Carnaval de Belo Horizonte 2020. Nos dias 24 de outubro e 07 de novembro defendeu o samba-enredo de Bruno Vidal (componente da ala de compositores da Império Serrano) nas eliminatórias de escolha do samba-enredo da Escola de Samba Império Serrano, Rio de Janeiro. Atualmente o sambista mineiro está trabalhando no lançamento nas redes sociais do álbum “40 anos de carreira de Nonato do Samba”, patrocinado pela Lei Aldir Blanc – Minas Gerais.

Imagem cedida ao coletivo: arquivo pessoal da convidada

ROSANE PIRES VIANA

Rosane Pires Viana é Mulher Negra Belohorizontina, Mestre em Teoria da Literatura UFMG, Professora e Gestora na Escola Municipal Francisca Alves, Pesquisadora das Relações Étnico Raciais, Produtora Cultural e Idealizadora do Projeto Samba na Roda da Saia que proporciona o empoderamento das mulheres vinculadas ao Samba, possibilitando-lhes voz e vez!

Imagem cedida ao coletivo: arquivo pessoal do convidado

 ZU MOREIRA

Bacharel em Comunicação Social, com habilitação em Jornalismo, pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Belo Horizonte (Fafi-Bh), atual Centro Universitário de Belo Horizonte (Uni-BH), o jornalista Zuzileison Oliveira Moreira (Zu Moreira) trabalha há mais de 10 anos na imprensa mineira, com passagem pelos principais jornais do Estado – Diário do Comércio, Diário da Tarde/Estado de Minas e O Tempo. Já presenciou vários fatos que marcaram a história de Minas Gerais e do Brasil, com destaque para a Cúpula de Ouro Preto (Reunião de Cúpula do Mercosul), Metrópoles (Encontro Internacional de Metrópoles da América Latina e Caribe) eleições presidenciais de 2002, evento Oil & Gas (maior feira do setor de petróleo da América Latina), bem como inauguração de importantes empreendimentos de diversos setores da economia. Atua ainda na área cultural, tendo participado de projetos culturais, como Festival Internacional de Cultura Popular - Vozes de Mestres. Também prestou serviços de assessoria de imprensa e publicou um livro: Uma Praça, Uma Saudade - Resgate Histórico e Sentimental do Bairro Saudade.

 Texto coletivo:  Edição Léo de jesus.